Como encontrei Júlio Verne
Ouvia falar muito, mas nunca prestei a devida atenção à figura do escritor francês Levei exatas quatro décadas para ler Júlio Verne, no seu A Volta ao Mundo em 80 Dias. Leve, divertido e de… Como encontrei Júlio Verne
Ouvia falar muito, mas nunca prestei a devida atenção à figura do escritor francês Levei exatas quatro décadas para ler Júlio Verne, no seu A Volta ao Mundo em 80 Dias. Leve, divertido e de… Como encontrei Júlio Verne
Assim são as grandes obras de ficção: seríssimas. Mais sérias que o mero factual A respeito de Dostoiévski e sua obra-prima Crime e Castigo, leitores ilustres e críticos em geral são unânimes em apontar um… O outro Crime e Castigo
Fazer o que seja é inútil. Não fazer nada é inútil. Mas entre fazer e não fazer mais vale o inútil do fazer. Mas não, fazer para esquecer que é inútil: nunca o esquecer. Mas… O inútil do escrever
Antonio Abujamra costumava perguntar ao entrevistado, em seu extinto Provocações, ao saber que este lia com frequência: “qual é o autor que você já encontrou? E qual ainda não encontrou?” O entrevistado nunca saía-se bem… Gorjeios literários
Diário Inconstante, 19.10.2020 Há tempos não vinha à Barra Funda, por motivos vários. O que tem de especial na Barra Funda? Nada em particular. Para mim, porém, aquelas ruas guardam memórias de quando trabalhava aqui,… A Eterna Fluidez
Tenho uma superstição. Quem não as têm? Eis a minha: se acho dinheiro no chão, não guardo comigo nem levo para casa. Procuro algum necessitado na rua e entrego o fruto de minha sorte inesperada.… Superstição
Sou um grande explorador. Grande não, minto: um pequeno explorador. Do tipo que vai e vê, capta a substância e volta. Mas vou, pois necessito. Preservo a lucidez, contudo. E Deus como porto seguro. Como… Alma de explorador
Durante algum tempo, tive um carrinho de que gostava muito. Sei lá, me apeguei. Foi meu primeiro carro e fiquei mais de década com ele. Tinha motivos para me afeiçoar: foi com ele que levei… Amar demais
O universo digital ainda acabará com a cultura humana. Em poucos anos não haverá mais registro histórico, memória. Não saberemos a estética de uma certa época, quais sabores tinham, que cores gostavam. Diários, hoje, são… O totalitarismo digital